Pela obrigatoriedade das disciplinas de Filosofia e Sociologia no Ensino Médio

O Cebrap apoia iniciativa da ANPOF [Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia], em parceria com a ANPOCS [Associação Nacional de Pós-Gradução e Pesquisa em Ciências Sociais], solicitando ao Senado a reinserção dos conteúdos curriculares de Filosofia e Sociologia como componentes obrigatórios do currículo do ensino médio com carga horária de 12 períodos distribuídos em três anos letivos.

Os componentes curriculares são fundamentais na formação humana de indivíduos politizados, autônomos e capazes de exercer a cidadania com consciência. A partir da Filosofia, o aluno estimula e desenvolve o pensamento crítico, enquanto que a Sociologia o ajuda a compreender o que é a cidadania.

Apoie esta iniciativa no site do Senado Federal.

Leia Também

Confira a programação de seminários para os meses de outubro, novembro e dezembro. Dando continuidade ao ciclo de debates sobre o governo Lula, temos o prazer de convidá-los para nossos próximos seminários: Dia 22 de outubro de 2010 “Jovens como sujeito de direitos “e “Políticas Públicas de Juventude”: efeitos sociais de uma retórica recente. Convidada: […]

“Nascida numa era sinistra, instituição legou essa lição à sociedade brasileira” Incomum na comunidade acadêmica brasileira, o hábito de celebrar os próprios feitos, a sua continuidade no tempo ou o próprio desenvolvimento de suas instituições não entusiasma muito a maioria dos cientistas sociais brasileiros (ao contrário, por exemplo, de nossos colegas norte-americanos que não perdem […]

A noite desta quarta-feira, 10/6, marcou o lançamento do livro 1964: do golpe à democracia, obra idealizada pelo Cebrap com apoio do BNDES. Realizado na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, o evento contou com a presença das organizadoras da obra, as pesquisadoras Angela Alonso e Miriam Dolhnikoff, e também de alguns autores […]

O CEBRAP lamenta profundamente a morte de Dom Paulo Evaristo Arns, Cardeal Arcebispo Emérito de São Paulo. Além de seu apoio direto à constituição deste centro de pesquisa, sendo um dos inspiradores do livro São Paulo: crescimento e pobreza, Dom Paulo será sempre lembrado por nunca ter se omitido diante do arbítrio e da desigualdade.