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Últimas Notícias

29/05/2013

Cebrap convida para seminário sobre o Caribe moderno com Stuart B. Schwartz (Yale), dia 14/6, às 16 horas

O Cebrap convida para o Seminário da Casa "Providência, política e vento: os furacões na construção do Caribe moderno"  com Stuart B. Schwartz (Universidade Yale) 

O seminário será realizado na sexta-feira, 14 de junho, às 16 horas, no auditório do Cebrap.

O evento é aberto ao público.

A exposição será realizada em inglês, sem tradução. Perguntas poderão ser feitas em português ou inglês.

Local: auditório do Cebrap. Rua Morgado de Mateus, 615. Vila Mariana.

Confira a programação dos próximos seminários.

28/05/2013

Inscrições abertas para a oficina do Cebrap “Etnografia e pesquisas quantitativas”, terça-feira, dia 11 de junho, às 14 horas

O Cebrap, em parceria com o LAPS/USP e NECI/USP, realizará a Oficina Metodológica “Etnografia e pesquisas quantitativas: métodos em elaboração”.

A oficina será ministrada  pelo pesquisador do Cebrap,  Ronaldo de Almeida. Antropólogo,  com pós-doutorado na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, Almeida é professor adjunto no Departamento de Antropologia da Unicamp e coordenador do PGAS-Unicamp.


Ementa da Oficina

1.  Uso combinado de dados censitários, survey, georreferenciamento e etnografias para compreender o trânsito religioso.
2.  Dados qualitativos na escala metropolitana: comparação etnográfica da pobreza.

As inscrições estão abertas até o dia 7 de junho pelo email  inteligenciametodologica@cebrap.org.br


Local: auditório do Cebrap, rua Morgado de Mateus, n. 615 - Vila Mariana. A 1,5 km da estação de metro Ana Rosa.

Público alvo: pesquisadores, professores  e estudantes de graduação e pós-graduação; profissionais das áreas de gestão pública, organizações não-governamentais e empresas

Investimento: R$ 100

*Alunos de Ciências Sociais da USP,  pesquisadores do Cebrap, Cem, NECI e LAPS estão isentos.

Todos os participantes recebem certificado.

Próxima oficina:

Desenho Amostral de Grupos Focais


27 de junho de 2013, quinta-feira, das 14 às 18h30

Palestrante: Gustavo Venturi (LAPS e Departamento de Sociologia – USP)
Local: Prédio de Ciências Sociais – USP, sala a definir

A atividade faz parte de uma série de cinco oficinas organizadas em parceria com LAPS/USP e NECI/USP neste primeiro semestre de 2013. Ao longo de quatro décadas, o Cebrap construiu consolidado expertise em pesquisa e formação em múltiplas áreas de ciências sociais e humanas.

Organizadores das Oficinas Metodológicas:

Cebrap - Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
LAPS  - Laboratório de Pesquisa Social vinculado ao Departamento de Sociologia da USP
NECI  - Núcleo de Estudos Comparados e Internacionais vinculado à USP

Conheça a tradição do Cebrap em pesquisa e formação.

27/05/2013

Segurança Jurídica: José Rodrigo Rodriguez participa do programa Complicações, TV Univesp

José Rodrigo Rodriguez, da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, conversa com Mônica Teixeira sobre Segurança Jurídica.

Complicações é um programa de entrevistas com apresentação da jornalista Mônica Teixeira. Trata de problemas difíceis da atualidade por meio de entrevistas com pessoas que conhecem em detalhes temas importantes e controversos, sem soluções simples. Um espaço para o debate dos problemas que o mundo ainda não sabe como resolver.

Assista íntegra do programa no You Tube ou na TV Univesp.

26/05/2013

A politização do Judiciário. Debate na TVT (CUT)

Com a participação do pesquisador José Rodrigo Rodriguez, coordenador do Núcleo de Direito e Democracia.

 
 
A Politização do Judiciário - Quando as forças políticas não conseguem dialogar, tudo vira processo
 
?No Brasil, três poderes distintos e autônomos são responsáveis por garantir a república: executivo, legislativo e judiciário. Pela constituição de 1988, ao poder judiciário cabem duas funções principais: mediar conflitos para assegurar o amparo, a proteção ou a tutela dos direitos dispostos nas leis; e também o controle da constitucionalidade, para evitar que atos legislativos e administrativos contrariem regras ou princípios constitucionais.

Mas, diante da judicialização da política, consequentemente, até que ponto poder judiciário está politizado? Ele tem conseguido se isentar da política e dos interesses políticos? O que acontece quando magistrados são acionados como estratégia na disputa entre interesses, posições e partidos políticos? Para a sociedade, qual o peso político das decisões dos tribunais? 
O Melhor e Mais Justo vai debater possibilidades de aprimorar o debate político e evitar que atos legislativos e administrativos contrariem regras ou princípios constitucionais.?

Exibido em 23/05/2013 
21/05/2013

Cebrap convida para o Seminário da Casa ‘Vanguardas em retrocesso’ com Sérgio Miceli (USP), na sexta-feira, dia 24/5, às 16 horas.

Atenção: por motivos excepcionais, o horário do seminário foi transferido para às 16 horas do mesmo dia, sexta-feira, dia 24 de maio.

O Centro Brasileiro de Análise e Planejamento convida a todos para o próximo Seminário da Casa:

Sérgio Miceli, professor do Departamento de Sociologia da USP, fará exposição, seguida de debate, de seu trabalho “Vanguardas em retrocesso: ensaios de história social e intelectual do modernismo latino-americano”.

Leia resenha e trecho do livro em PDF.

 

Serviço:

“Vanguardas em retrocesso: ensaios de história social e intelectual do modernismo latino-americano”

Palestrante: Sérgio Miceli (USP)

Participação de Alejandro Blanco, Universidad Nacional de Quilmes (Buenos Aires, Argentina)

Dia e hora: 24 de maio, sexta-feira, às 16 horas

Local:  Auditório do Cebrap, rua Morgado de Mateus, 615 - Vila Mariana.

Inscrições podem ser feitas no ato do evento.

Confira a programação dos próximos Seminários da Casa

20/05/2013

Aula Aberta com Elza Berquó no dia 23/5: Cenários da Reprodução no Brasil

A Aula Aberta: “Cenários da Reprodução no Brasil” é uma atividade de duas disciplinas do Departamento de Epidemiologia, ambas integrantes do Curso de Graduação em Saúde Pública. A expositora será a Profa. Elza Berquó, demógrafa e estatística, cientista pioneira nos estudos em Saúde e Direitos Reprodutivos. Fundadora do Núcleo de Estudos de População (Nepo), na Unicamp, membro do conselho técnico do IBGE e do Conselho Consultivo do Censo Demográfico 2010, é uma das fundadoras do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), criado em 1969. É também professora aposentada da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Data: 23/05/2013 das 14H às 17H
Local: Faculdade de Saúde Pública/USP – Auditório João Yunes – Av. Dr. Arnaldo, 715 – São Paulo – SP (Próximo a Estação Clínicas do Metro).

O evento terá transmissão ao vivo pelo IPTV.

Para mais informações no site aqui.

16/05/2013

ONG aponta respostas ‘sem qualidade’ após 1 ano da Lei de Acesso

Cebrap, Ibase, Instituto Ethos e Movimento Voto Consciente colaboram com pesquisa da ONG Artigo 19 América do Sul sobre efetividade da Lei de Acesso à Informação. O Núcleo de Cidadania, Saúde e Desenvolvimento do Cebrap participa da pesquisa junto à  Parceria para Governo Aberto (OGP), projeto vinculado à CGU (Controladoria Geral da União). 


Confira íntegra da notícia:

 

Relatório cita a 'dificuldade dos órgãos públicos' em cumprir a norma e os 'constrangimentos' causados aos requerentes
16 de maio de 2013 | 2h 06

Daniel Bramatti - O Estado de S.Paulo

A ONG Artigo 19 América do Sul monitorou 140 pedidos de dados feitos com base a Lei de Acesso à Informação - que hoje completa seu primeiro ano de vigência - e detectou que menos da metade tiveram respostas satisfatórias. Em um terço dos casos, os órgãos consultados nem sequer se manifestaram no prazo legal de 20 dias.

O relatório da entidade, que atua em diversos países e tem como principal bandeira a defesa da liberdade de expressão, mostra que há " baixa qualidade das respostas aos pedidos" e "dificuldade de adaptação dos órgãos públicos para um acesso à informação eficiente". Também critica "os constrangimentos advindos da necessidade de identificação do requerente" das informações e a "complexidade dos procedimentos de recurso" quando o cidadão não se considera atendido.

A lei - que foi promulgada em novembro de 2011, mas entrou em vigor em 16 de maio de 2012 - obrigou órgãos públicos a responder a pedidos de informações de cidadãos, sem necessidade de justificativa.

Para avaliar o cumprimento da legislação, a Artigo 19 e outras organizações da sociedade civil enviaram pedidos de informações a ministérios, agências reguladoras, governos estaduais, prefeituras e instâncias dos poderes Legislativo e Judiciário.

"Mesmo levando em consideração que o prazo para adaptação dos órgãos púbicos para implementar o acesso à informação foi curto, os resultados são preocupantes, tendo em vista que os pedidos diziam respeito, em sua maioria, a importantes questões de direitos humanos que representam demandas diretas de organizações da sociedade civil que utilizam essas informações como ferramenta de trabalho e da população diretamente afetada", diz o texto.

No governo federal, o primeiro aniversário da lei foi comemorado com a divulgação de um relatório que mostra que, das 87.119 solicitações de informação recebidas, 83.483 (95,8%) foram respondidas, em um prazo médio de 11 dias. Os dados foram divulgados pelo ministro Jorge Hage, da Controladoria-Geral da União (CGU).

No relatório da Artigo 19, os ministérios são os órgãos que aparecem em primeiro lugar no ranking dos que mais responderam a pedidos de informações. Agências reguladoras e governos estaduais foram os que tiveram desempenho mais fraco.

Pressão. No último dia 30, a Artigo 19 também reuniu outras organizações da sociedade civil para avaliar sua percepção sobre a aplicação da lei, entre elas o Cebrap, o Ibase, o Instituto Ethos e o Movimento Voto Consciente. Apesar das ressalvas, o balanço foi positivo.

O Estado ouviu avaliações similares ao consultar especialistas e militantes pela transparência no setor público. "A lei é bem desenhada, mas há uma grande resistência a seu cumprimento", disse o professor Jorge Machado, do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (Gpopai-USP). "Muitos órgãos não qualificaram seus funcionários nem organizaram suas estruturas para atender o público."

Para o juiz Marlon Reis, do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE), "a lei é muito boa", mas ainda não foi "integralmente colocada em prática". "É preciso que a sociedade incorpore a lei como uma conquista. O que vai fazer com que sua aplicação se concretize é o efetivo uso da lei pela sociedade."

É o mesmo argumento defendido pela Artigo 19. "O presente estudo demonstra que a regulamentação do direito à informação não é garantia de que esse direito seja respeitado. Além do comprometimento institucional da administração pública, cabe à sociedade civil e a cada indivíduo participar desse processo." 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

16/05/2013

Projeto ‘Dar voz aos Jovens’ tem inscrições abertas em Itapeva, SP

Programa vai oferecer uma oficina gratuita de curta-metragem.
Para participar é preciso passar por uma seletiva.

O projeto “Dar Voz aos Jovens” está com inscrições abertas até 31 de maio em Itapeva (SP). Os interessados devem ter de 14 a 19 anos e vão passar por uma seletiva.

Para participar do programa, é preciso se inscrever pelo endereço eletrônico projetodarvozaosjovens.webnode.com. Na iniciativa, 20 jovens serão selecionados para participar de uma oficina gratuita de curta-metragem.

A seletiva consiste na criação de narrativas ligadas à sexualidade. “O objetivo é a produção de narrativas que retratem a visão do autor sobre a sexualidade e seus vários aspectos, como por exemplo, o amor, desejos, gravidez na adolescência, opção sexual, primeira vez e doenças sexualmente transmissíveis. Não podemos negar que muitos desses temas compõem o universo da vida de todo adolescente”, afirmou a produtora audiovisual do projeto, Paula Garcia.

O projeto é desenvolvido pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), com apoio da Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceira com a prefeitura do município.

Assista aqui ao vídeo da matéria

Matéria veiculada dia 16/05/2013

16/05/2013

ONG aponta respostas ‘sem qualidade’ após 1 ano da Lei de Acesso

Cebrap, Ibase, Instituto Ethos e Movimento Voto Consciente colaboram com pesquisa da ONG Artigo 19 América do Sul sobre efetividade da Lei de Acesso à Informação. O Núcleo de Cidadania, Saúde e Desenvolvimento do Cebrap participa da pesquisa junto à  Parceria para Governo Aberto (OGP), projeto vinculado à CGU (Controladoria Geral da União). 


Confira íntegra da notícia:

Relatório cita a 'dificuldade dos órgãos públicos' em cumprir a norma e os 'constrangimentos' causados aos requerentes

16 de maio de 2013 | 2h 06

Daniel Bramatti - O Estado de S.Paulo

A ONG Artigo 19 América do Sul monitorou 140 pedidos de dados feitos com base a Lei de Acesso à Informação - que hoje completa seu primeiro ano de vigência - e detectou que menos da metade tiveram respostas satisfatórias. Em um terço dos casos, os órgãos consultados nem sequer se manifestaram no prazo legal de 20 dias.

O relatório da entidade, que atua em diversos países e tem como principal bandeira a defesa da liberdade de expressão, mostra que há " baixa qualidade das respostas aos pedidos" e "dificuldade de adaptação dos órgãos públicos para um acesso à informação eficiente". Também critica "os constrangimentos advindos da necessidade de identificação do requerente" das informações e a "complexidade dos procedimentos de recurso" quando o cidadão não se considera atendido.

A lei - que foi promulgada em novembro de 2011, mas entrou em vigor em 16 de maio de 2012 - obrigou órgãos públicos a responder a pedidos de informações de cidadãos, sem necessidade de justificativa.

Para avaliar o cumprimento da legislação, a Artigo 19 e outras organizações da sociedade civil enviaram pedidos de informações a ministérios, agências reguladoras, governos estaduais, prefeituras e instâncias dos poderes Legislativo e Judiciário.

"Mesmo levando em consideração que o prazo para adaptação dos órgãos púbicos para implementar o acesso à informação foi curto, os resultados são preocupantes, tendo em vista que os pedidos diziam respeito, em sua maioria, a importantes questões de direitos humanos que representam demandas diretas de organizações da sociedade civil que utilizam essas informações como ferramenta de trabalho e da população diretamente afetada", diz o texto.

No governo federal, o primeiro aniversário da lei foi comemorado com a divulgação de um relatório que mostra que, das 87.119 solicitações de informação recebidas, 83.483 (95,8%) foram respondidas, em um prazo médio de 11 dias. Os dados foram divulgados pelo ministro Jorge Hage, da Controladoria-Geral da União (CGU).

No relatório da Artigo 19, os ministérios são os órgãos que aparecem em primeiro lugar no ranking dos que mais responderam a pedidos de informações. Agências reguladoras e governos estaduais foram os que tiveram desempenho mais fraco.

Pressão. No último dia 30, a Artigo 19 também reuniu outras organizações da sociedade civil para avaliar sua percepção sobre a aplicação da lei, entre elas o Cebrap, o Ibase, o Instituto Ethos e o Movimento Voto Consciente. Apesar das ressalvas, o balanço foi positivo.

O Estado ouviu avaliações similares ao consultar especialistas e militantes pela transparência no setor público. "A lei é bem desenhada, mas há uma grande resistência a seu cumprimento", disse o professor Jorge Machado, do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (Gpopai-USP). "Muitos órgãos não qualificaram seus funcionários nem organizaram suas estruturas para atender o público."

Para o juiz Marlon Reis, do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE), "a lei é muito boa", mas ainda não foi "integralmente colocada em prática". "É preciso que a sociedade incorpore a lei como uma conquista. O que vai fazer com que sua aplicação se concretize é o efetivo uso da lei pela sociedade."

É o mesmo argumento defendido pela Artigo 19. "O presente estudo demonstra que a regulamentação do direito à informação não é garantia de que esse direito seja respeitado. Além do comprometimento institucional da administração pública, cabe à sociedade civil e a cada indivíduo participar desse processo." 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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