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Últimas Notícias

26/06/2012

Na mídia: Perfil de Giannotti, A doce obscuridade de um caminhante

“Intelectual é o sujeito que puxa tapetes de tudo o que é estável” Entrevista e perfil na revista do Instituto Ciência Hoje

José Arthur Giannotti, um dos maiores filósofos brasileiros, é o perfilado da Ciência Hoje de junho. Considerado obscuro por muitos, ele fala, com doçura e bom humor, de sua trajetória.

Por: Renato Lessa e Isabela Fraga

 

Mas foi com Karl Marx que Giannotti fez fama como filósofo. Seu primeiro livro, Origens da dialética do trabalho (1966), teve o jovem Marx como objeto de reflexão, inspirado pelos debates sobre o pensador alemão que realizava com Fernando Novais, Paul Singer, Fernando Henrique Cardoso e outros célebres colegas. Sua amizade com Fernando Henrique, aliás, foi o mais próximo que ele chegou da prática política. “Não seria eleito nem para síndico de prédio”, comenta, sobre o motivo de nunca ter exercido nenhum cargo na política.

No currículo Lattes de José Arthur Giannotti, há mais textos publicados em jornais e revistas do que artigos acadêmicos e livros. Também constam na página apenas cinco orientações de mestrado e doutorado. Não obstante, Giannotti é considerado um dos maiores filósofos brasileiros: foi presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) por 11 anos, é professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) desde 1954, já recebeu o prêmio Anísio Teixeira do Ministério da Educação e é membro da Ordem Nacional do Mérito Científico, da Academia Brasileira de Letras (ABC).

Por que, então, o currículo Lattes de Giannotti é mais curto e simples que o de muitos estudantes de doutorado brasileiros, se ele já orientou um sem-número de alunos e publicou dezenas de artigos e livros acadêmicos? “Nunca vi meu Lattes. Acho tão chato...”, rebate ele. O desdém do filósofo em relação às formalidades da academia e à opinião alheia reflete em certa medida sua preocupação quase exclusiva em refletir, escrever, debater e provocar.

Mas se engana quem pensa que, por consequência, Giannotti deseja ‘popularizar’ a filosofia. Considerado “obscuro” por muitos, Giannotti não gostaria de ser diferente. “De que adianta influenciar [pessoas] com o pensamento pela metade?”, questiona ele. Giannotti prefere que poucos entendam suas ideias, mas que o façam em sua completude: “Prefiro ser obscuro do que simplesmente chato”.

Giannotti prefere que poucos entendam suas ideias, mas que o façam em sua completude

Obscuro ou não, Giannotti é, sem dúvida, denso e bem-humorado. Nesta entrevista, sua risada retumbante se intercala com provocações, críticas, reflexões e paciência para explicar conceitos complexos, mas também com momentos de doçura (se é que ele permite ser descrito com esse termo). Doçura visível quando Giannotti afirma que gostaria de ser visto de forma mais pacífica por seus pares; quando convida a repórter para conhecer a jabuticabeira no quintal de sua casa em São Paulo; quando comenta em voz baixa que a poetisa Lupe Cotrim, sua primeira esposa, era “muito, muito bonita”.

A incursão de Giannotti pela filosofia começou cedo: aos 15 anos, já se interessava pelo tema. Antes dos 18, leu Paideia: a formação do homem grego, de Werner Jaeger, que o iniciou na cultura grega e clássica. Seguiu o exemplo dos filósofos peripatéticos da Grécia antiga e, durante muitos anos, refletia e preparava suas aulas de filosofia da lógica na USP caminhando de casa à universidade. Foi com a lógica, aliás, que ele mergulhou na filosofia também profissionalmente: seu doutorado na França terminou com uma tese sobre Stuart Mill, filósofo e economista de referência nesse campo.

Fato curioso e ambíguo como várias facetas de Giannotti, seu aprofundamento em lógica coexistiu com uma dislexia que o fez ser reprovado ainda no colégio. “Sou tão disléxico que fiquei famoso na universidade porque escrevia no quadro ‘dada a sequência de números pares 1, 3, 5, 7...’”, lembra ele.

De Marx, Giannotti passou a Ludwig Wittgenstein e à filosofia da linguagem. Uma passagem estranha para muitos, mas que parece simples e intuitiva quando explicada pelo próprio autor. Recentemente, ele publicou Lições de filosofia primeira (Cia. das Letras, 2011) e Notícias no espelho (Publifolha, 2011). Neste último, uma coletânea de artigos publicados na Folha de S. Paulo, o filósofo mostra sua verve de intelectual público: pesca algum fato ou fenômeno da atualidade e explora os aspectos filosóficos que dele emergem – ou que faz emergir. “Intelectual é o sujeito que puxa tapetes de tudo o que é estável.”

Nesta entrevista, ele puxa tapetes – da repórter, do leitor, de políticos e, principalmente, do senso comum.
 

Você leu apenas o início do perfil publicado na CH 293. Clique no ícone a seguir para baixar a versão integral.

25/06/2012

Rádio Câmara entrevista Adrian Lavalle sobre participação na sociedade civil

Programa foi ao ar dia 22/6 e faz parte de uma série de entrevistas sobre questões políticas de fundo no Brasil e no mundo.

No Conversa sobre Política desta sexta-feira o assunto são as maneiras de participação da sociedade civil na gestão do Estado. É a terceira entrevista da série sobre Produção de Leis no Brasil. Vamos analisar as possibilidades de iniciativa popular, a ação dos movimentos sociais, conferências, conselhos e as experiências de orçamento participativo. Como funcionam, quais são os resultados possíveis e as limitações desses mecanismos. Nosso convidado é o Professor do Departamento de Ciência Política da USP, Universidade de São Paulo, Adrian Gurza Lavalle. O Professor Adrian é um dos mais renomados pesquisadores dos movimentos sociais pelo mundo. Na opinião dele, quando o assunto é a participação da sociedade civil, o Brasil está a frente das maiores democracias do mundo.

Apresentação: Carlos Oliveira

Saiba mais AQUI.

25/06/2012

Fernando Guarnieri e Lara Mesquita analisam alianças do PT nas eleições de 2012 em São Paulo

Artigo publicado no caderno Aliás, de O Estado de S. Paulo, dia 24/6.

A imagem de um Maluf sorridente, um Lula despachado e um Haddad constrangido gerou o "não aceito" da socialista Luiza Erundina, recusando-se a compor a chapa do PT à Prefeitura de São Paulo. Para o historiador Carlos Guilherme Mota, essa recusa pode começar a ecoar num Brasil de "carismas fáceis e miséria farta". O cientista político Renato Lessa, por sua vez, alerta para o tom conciliatório de Maluf - "não existe mais direita e esquerda" -, uma espécie de "cinismo da indistinção".

Já Fernando Guarnieri e Lara Mesquita, pesquisadores do Cebrap, procuram captar o que vai além das inusitadas alianças políticas por minutos a mais no horário gratuito da tevê.

Íntegra do artigo

 

14/06/2012

Pesquisa ouve estudantes do Ensino Médio de Pernambuco para saber o que eles pensam a respeito da escola

Em sua primeira visita ao Estado, os pesquisadores do Cebrap aproveitaram para conhecer a Escola de Referência em Ensino Médio Ginásio Pernambucano e conversar com os seus estudantes

O que  os estudantes do Ensino Médio pensam da escola? Será que eles estão satisfeitos com o que recebem? E o que  eles pensam dos professores e da metodologia de educacional? Foi para buscar respostas a esse tipo de pergunta que o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento – Cebrap , de São Paulo, veio a Pernambuco para ouvir estudantes do Ensino Médio durante o mês de junho. Como parte da visita ao Estado, os pesquisadores Haroldo Torres, pesquisador sênior do Cebrap, e Danilo França, sociólogo, aproveitaram a oportunidade para conhecer a Escola de Referência de Ensino Médio Ginásio Pernambucano e ver de perto a aplicação do modelo de educação concebido pelo ICE Brasil.

Íntegra da matéria no site do ICE Brasil

14/06/2012

Menção honrosa no Capes; nova tradução de Kant; polêmica da desindustrialização. Saiba o que os pesquisadores do Cebrap estão produzindo

Tese de doutoramento de Felipe Gonçalves Silva recebe menção honrosa da Capes; Nova tradução para o português da Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant;Adrian Lavelle participa de debate Crise das instâncias de participação institucionalizada; Tese da desindustrialização é cortina de fumaça, afirma economista Alexandre Barbosa.

PRÊMIO

Tese de doutoramento recebe menção honrosa da Capes

Tese de doutoramento defendida por Felipe Gonçaves Silva, pesquisador do Núcleo de Direito e Democracia do Cebrap ganhou menção honrosa da Edição 2011 do Prêmio Capes.  A menção honrosa inclui seu orientador Marcos S. Nobre, também participante do Núcleo.

A relação de todos os premiados foi publicada no Diário Oficial da União no dia 6 de junho.   A cerimônia de entrega dos prêmios será em Brasília, na sede do Capes, no dia 11 de julho.

Verifique aqui os critérios do prêmio da Capes.

Conheça a atuação de Felipe Gonçaves e Marcos Nobre no Cebrap.

Mais informações sobre o Núcleo de Direito e Democracia aqui.

 

DESINDUSTRIALIZAÇÃO

Para Alexandre Barbosa,  "A tese da desindustrialização é uma cortina de fumaça"
Matéria na revista Isto é Dinheiro, 4/6/12

 
A discussão sobre a desindustrialização brasileira parece seguir o ritmo das marés: volta à baila a cada turbulência no horizonte. De fato, a indústria brasileira é hoje a primeira a sentir os efeitos da crise externa ou das variações de câmbio.

(...)

DINHEIRO – Existe desindustrialização no Brasil?

ALEXANDRE BARBOSA – A tese da desindustrialização é uma cortina de fumaça, que atinge apenas a superfície do problema. Não se percebe as transformações estruturais pelas quais a economia brasileira e a mundial estão passando. É muito cedo para entregar os pontos.

Íntegra da entrevista

 

A cortina de fumaça da "desindustrialização"
Artigo de Alexandre de Freitas Barbosa
Valor Econômico, 24/5/12

 
 
O debate a respeito da desindustrialização dá a sensação de que uma nova peste assola o país. A discussão vai se enredando num cipoal de dados e conceitos de desnortear. Cada qual vê a "desindustrialização" que quer, como se uma cortina de fumaça ocultasse o real e seus processos dinâmicos, muitas vezes inacessíveis a olho nu.

De modo a colocar os pingos nos "is" e retomar a credibilidade do debate, não custa recorrer à história econômica brasileira e a alguns pressupostos teóricos mínimos.

Íntegra do artigo publicado no Valor
 

KANT

Sai nova tradução para o português da Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant.

 
Acaba de sair, pela Editora Vozes, a tradução da Crítica da Razão Pura feita por Fernando Costa Mattos, pesquisador do CEBRAP e professor de filosofia na Universidade Federal do ABC (UFABC). Trata-se da primeira edição brasileira a conter tanto o texto integral da segunda edição da obra, de 1787, como os trechos suprimidos da primeira edição, de 1781.
 
Levando em conta as mais recentes traduções para o inglês (Guyer/Wood, 1998), para o italiano (Esposito, 2004) e para o espanhol (Caimi, 2007), esta nova tradução para o português - a primeira desde 1985 - busca atender tanto as exigências do leitor acadêmico como aquelas do público leigo, interessado em adentrar o universo desafiador do pensamento kantiano.
 
O livro já pode ser encontrado nas principais livrarias do país por R$ 95,00.
 

Debate

No dia 30/5, no Centro Universitário Maria Antônia, em São Paulo, aconteceu o debate Crise das instâncias de participação institucionalizada: os conselhos e o sistema de conferências.

Promovido pela Agenda Pública e organizado pelo Centro Universitário Maria Antônia, USP e Escola de Políticas Públicas, o debate contou com a presença de Adrian Lavalle, Professor Doutor do Departamento de Ciência Política da FFCHL-USP e de Daniel Pitangueira de Avelino, diretor adjunto de participação da Secretaria Geral da Presidência da República.

13/06/2012

Cebrap abre inscrições para o concurso de narrativas sobre sexualidades, “Dar Voz aos Jovens”

Alunos de 14 a 19 anos do ensino médio de escolas públicas da Grande São Paulo podem se candidatar até 24 de junho. Inscrições até às 22 horas do dia 24 de junho. Organizado pelo Cebrap, evento oferecerá bolsa e oficina gratuita de preparação de roteiros e vídeos para 20 selecionados.

Estudantes do ensino médio da Capital e Grande São Paulo podem se candidatar a um concurso de narrativas sobre sexualidades. Os autores dos 20 melhores trabalhos serão selecionados para um curso de preparação de roteiros e vídeos, a ser  realizado de 6 a 23 de julho na sede do Cebrap, Vila Mariana, Capital. Receberão também uma bolsa de transporte e alimentação para apoiar sua participação na oficina.

A ideia é que os jovens possam compartilhar ‘coisas da vida’ em um clima de respeito aos valores, preferências, crenças religiosas e também de proteção aos direitos. “Vamos falar de amor e sexo, trocar ideias sobre namoro, dúvidas, medos, fantasias, desejos e paixões, de uma forma livre e sem censura”, anunciam os responsáveis pelo programa no site do concurso. “Tudo ficará entre nós. Vai ser divertido.”, dizem. “Vamos trocar histórias, textos, imagens, desenhos, fotos. E tudo isso pode virar um filme!”, propõem.

“A proposta do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, que tem tradição e expertise em análises sociais e demográficas, é conhecer as preocupações, valores de vida e atitudes sobre questões de sexualidade, o que permitirá melhor subsidiar políticas públicas voltadas para jovens desta escolaridade e faixa etária.”, afirma a pesquisadora Elza Berquó.

Narrativas

Cada aluno poderá enviar uma narrativa sobre o tema sexualidade, podendo abordar aspectos como: amor, sexo, namoro, paixões, desejos, fantasias, preferências, medos, métodos preventivos, gravidez na adolescência.

Por narrativas, entende-se a criação ou recriação de memórias, experiências, vivências, condutas. Elas podem ser expressas por meio de textos (estórias, poemas, etc... de no máximo 5 páginas) ou de imagens (máximo de 5 fotos ou desenhos, ou vídeos de até 5 minutos).

Inscrições

As narrativas, junto com a ficha de inscrição, devem ser enviadas para o email popu@cebrap.org.br até as 22h00 do dia 24 de junho de 2012 ou para o endereço Rua Morgado de Mateus, 615, Vila Mariana, CEP 04015-051, São Paulo - SP com data de postagem até 18 de junho de 2012.

REGULAMENTO E INSCRIÇÃO

http://projetodarvozaosjovens.webnode.com/inscricoes/


Mais informações:

Responsáveis: Elza Berquó, demógrafa e pesquisadora sênior no Cebrap;  Paula Garcia, comunicadora e produtora audiovisual. 

Twitter: http://twitter.com/#!/DarVozaosJovens

Facebook: http://pt-br.facebook.com/pages/Dar-Voz-aos-Jovens/366568553394976

E-mails: projetodarvozaosjovens@gmail.com, popu@cebrap.org.br

13/06/2012

Jovens pesquisadores destacam rigor e generosidade de Pierucci

"Flávio Pierucci é um professor inesquecível. Pesquisador consagrado que aliava rigor e imaginação sociológica, sem jamais fazer disso uma barreira na convivência com os alunos. Pelo contrário, sua generosidade e sua ironia nos despertavam para a possibilidade de fazer ciências sociais com comprometimento e alegria."

Carlos Torres Freire, Maria Carolina V. Oliveira e Maurício Fiore foram alunos de Flávio Pierucci e são membros do Núcleo de Jovens Pesquisadores do Cebrap.

13/06/2012

Profa. Elza Berquó registra seu pesar por falecimento de Flávio Pierucci

"Com os olhos embaçados pela lágrimas, li na Folha de S. Paulo do último dia 9 que tínhamos perdido nosso querido amigo e estimado colega Flávio. Foram muitos anos de convivência no Cebrap. Enfrentamos juntos momentos difíceis e cruéis do período de chumbo. Juntos choramos a perda de seu mestre Cândido Procópio Ferreira de Camargo.  Nos encontros de estudos e pesquisa, onde seu conhecimento jorrava com eloquência, havia sempre uma fenda por onde passava o carinho mútuo de uma amizade crescente. Sinto sua falta."

13/06/2012

Cebrap lamenta morte do pesquisador e professor Flávio Pierucci

Missa de sétimo dia será celebrada quinta-feira, 14/6, às 20 horas, no Mosteiro de São Bento, centro de São Paulo.

Com profundo pesar, o Cebrap lamenta a morte repentina de Antonio Flávio Pierucci, ocorrida na última quinta-feira, dia 8 de junho, um dos sociólogos mais relevantes no campo da religião no Brasil. Pierucci deixa fortes lembranças entre os pesquisadores e funcionários da entidade,  à qual esteve vinculado por 21 anos.  Pesquisador incansável,  parte relevante de seu fértil trabalho foi realizado com notável rigor metodológico em sintonia com o Cebrap.  Em 1973, começou como simples estagiário em pesquisa da Sociologia da Religião, área onde manteve persistente continuidade. Flavio foi pesquisador da casa até 1990, editor da revista Novos Estudos entre 2001 e 2004 e também fez parte do seu quadro de sócios.

Para a presidente do Cebrap,  Paula Montero, professora titular do departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, com forte atuação nas áreas de cultura, antropologia, religiosidade e igreja católica,  "é preciso sublinhar a contribuição de Pierucci para o debate sobre a secularização da sociedade e a laicidade do Estado. Autor estimulante e polêmico, preocupava-se com a credibilidade científica das ciências sociais das religiões que, no seu entender, permanecem por demais  associadas aos religiosos praticantes e aos "profissionais da religião".

Especialista em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, Pieruccci tornou-se um dos mais férteis pesquisadores  em questões relacionadas à religião, especialmente aquelas praticadas no Brasil.  Formou-se em filosofia pela PUC de São Paulo, onde também fez seu mestrado (1977). Doutor em Sociologia em 1985, com a tese Democracia, Igreja e Voto: o envolvimento do clero católico nas eleições de 1982 e livre-docente  em 2001, pela USP, com o trabalho Desencantamento do mundo: os passos do conceito em Max Weber.

Professor da PUC-SP e professor titular na FFLCH-USP, Pierucci sabia aliar cobrança acadêmica precisa com generosidade na relação com seus orientandos e alunos.

Editou a tradução de um dos mais importantes clássicos da sociologia:  "A Ética Protestante e o 'Espírito' do Capitalismo", de Max Weber, do qual se tornou um dos maiores especialistas no Brasil. Foi também autor dos seguintes livros:

   O desencantamento do mundo: todos os passos do conceito em Max Weber. São Paulo: Editora 34, 2005.

   Ciladas da diferença 2ª ed. São Paulo: Editora 34, 2000.

   A Magia. São Paulo: Publifolha, 2000.

   Ciladas da diferença. São Paulo: Editora 34, 1999.

   A realidade social das religiões no Brasil (com José Reginaldo Prandi). São Paulo: Hucitec, 1996.

   São Paulo: trabalhar e viver (com Vinicius Caldeira Brant). São Paulo: Brasiliense, 1989.

   Igreja: contradições e acomodação. São Paulo: Brasiliense / CEBRAP, 1978.

Mais informações:

Página pessoal de Pierucci, no site da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas:

http://www.fflch.usp.br/sociologia/pierucci/

Referências no site do Cebrap:  http://bit.ly/L4Vco2

Participação de Pierucci no 30º. Congresso da Anpocs, em 2006, pode ser vista no YouTube (25 minutos):   http://www.youtube.com/watch?v=L7nmPrH2VyI

11/06/2012

Cebrap debate com prof. Leslie Chan, da Universidade de Toronto, abertura de dados para ciência e desenvolvimento

Pesquisadores do Cebrap recebem nesta segunda-feira, dia 11, o pesquisador Leslie Chan, na Universidade de Toronto, para debater questões relativas a abertura de dados na área de ciências, tendo em vista o desenvolvimento social.

O evento não é aberto ao público. Informações sobre o pesquisador podem ser encontradas em sua página na Universidade. Conheça também a linha de pesquisa de Chan no You Tube.

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