Quintas de política

 

A partir deste ano, além dos laboratórios voltados ao aprendizado de ferramentas e métodos de pesquisa em ciências sociais, o programa de atividades formativas do Cebrap apresenta também uma série de cursos temáticos, em que aprofundaremos qualitativamente discussões e reflexões sobre temas específicos, trazendo dimensões históricas, principais problemáticas e a forma como o tema em questão vem sendo tratado por diferentes abordagens. Sendo 2022 um ano de eleições gerais, este projeto se inicia com 8 ciclos mensais a que chamamos de Quintas de política. Os ciclos de 2022 contemplam temas mais amplos abordados pela ciência política ou áreas específicas de políticas públicas, de modo a colaborar para a qualificação do debate público e para a difusão de conhecimento científico e histórico, tarefas que consideramos fundamental no contexto atual.

A cada mês, um tema, a ser discutido em 4 encontros, por um ou mais especialistas, por meio de aulas sincrônicas que envolvem momentos expositivos e de discussão entre os participantes. Os encontros serão realizados às quintas-feiras, entre 19h e 21h, pela plataforma Zoom. Já os temas dos ciclos de cada mês, bem como ementa e minibio dos ministrantes, estão disponíveis abaixo.

Investimento para participação em cada módulo: R$ 250,00.

O Cebrap disponibilizará 3 bolsas integrais para cada um dos módulos do Quintas de política. Caso haja interesse pela bolsa, favor enviar sua carta de motivação através do formulário (acesse aqui), até no máximo 15 dias do início do módulo desejado. Serão priorizadas pessoas autodeclaradas negras/indígenas, integrantes da comunidade LGBTQIA+ e/ou em situação de vulnerabilidade econômica.

Sistema Eleitoral, com Glauco Peres
10 a 31 de março

Sobre o curso

As eleições constituem o momento em que os interesses dos cidadãos se agregam para a seleção daqueles que os representarão ao longo de um mandato. As regras que regem este processo são fundamentais para o resultado obtido. Porém, a maneira como a representação se concretiza é, assim, central para a Democracia. No caso brasileiro, muitas críticas são colocadas a este respeito, resultando em demandas por reformas eleitorais, que, em geral, estão associadas a mudanças destas regras. Mas o que pode-se esperar a respeito de alterações neste sentido? O que a Ciência Política pode contribuir para esta discussão? O objetivo deste curso é o de tratar deste tema da representação à luz da suposta necessidade de alteração das regras eleitorais para o caso brasileiro.

Glauco Peres

Possuo graduação em Economia pela Universidade de São Paulo (1999) e doutorado em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas – SP (2009), com período sanduíche no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Atualmente sou professor Livre-Docente do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo. Tenho experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Política Comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: Geografia Eleitoral, Eleições, Partidos, Institucionalismo e Metodologia da Ciência Política.

Partidos Políticos, com Glauco Peres e Lara Mesquita
7, 14, 19 e 28 de abril*

*excepcionalmente teremos aula na terça 19/04, devido ao feriado de 21/04

Sobre o curso

Se a representação política tal como ocorre no Brasil atualmente é alvo de críticas, os partidos políticos ocupam papel central nesta discussão. Suas funções são mal entendidas e acabam por não cumprir com parte do que se esperam deles. Ao mesmo tempo, o sistema partidário é diretamente influenciado pelo sistema eleitoral e pelas instituições que regem o funcionamento dos partidos. Neste sentido, há diferentes tipos de partidos, afetando novamente a representação dos cidadãos. Este curso tem como objetivo, então, lidar com o funcionamento do sistema partidário e o papel dos partidos políticos, tendo o caso brasileiro como exemplo.

Glauco Peres

Possuo graduação em Economia pela Universidade de São Paulo (1999) e doutorado em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas – SP (2009), com período sanduíche no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Atualmente sou professor Livre-Docente do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo. Tenho experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Política Comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: Geografia Eleitoral, Eleições, Partidos, Institucionalismo e Metodologia da Ciência Política.

Lara Mesquita

Lara mesquita é mestre em Ciência Política pela USP e Doutora em Ciência Política pelo IESP/UERJ, com período sanduíche na University of Illinois, e Pós-doutorado no FGV Cepesp, no projeto temático FAPESP “As Instituições Políticas Subnacionais: Um Estudo Comparativo dos Estados Brasileiros”.  É pesquisadora do Centro de Política e Economia do Setor Público (FGV Cepesp), Coordenadora Executiva do Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para o Brasil e a África Lusófona (FGV EESP Clear) e membro da Câmara de Pesquisadores do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Também atua como professora de pós-graduação em Ciência Política pela Fundação Escola de Sociologia do Estado de São Paulo (FESPSP) desde 2014, como professora de graduação na Escola de Economia de São Paulo (FGV EESP) desde 2022, e como professora de cursos de Iniciação Política desde 2015. Desde 2018 contribui com análises políticas para o Blog do Legis-Ativo do Estadão.

Movimentos sociais, com Rafael de Souza
2 a 30 de junho

Sobre o curso

Esse quintas de política visa oferecer a(o) estudante ferramentas para interpretar os movimentos sociais recentes, a partir de diferentes abordagens. As diferentes visões sobre movimentos sociais e ação coletiva podem contribuir para o entendimento de processos políticos importantes como períodos de grande mobilização social, o processo de engajamento político, a repressão estatal, as consequências dos movimentos sociais e etc. O curso se divide em duas grandes seções. Na primeira parte, as principais abordagens sobre movimentos sociais são detalhadas a fim de capacitar o aluno a compreender analiticamente protestos e outras formas de ação coletiva. A segunda seção busca aplicar as teorias dos movimentos sociais ao contexto brasileiro e latino americano, esmiuçando, por exemplo, o percurso histórico dos protestos de junho de 2013 às campanhas contra e pró-impeachment em 2016. A proposta, portanto, é apresentar como as diferentes abordagens sociológicas da ação coletiva contribuem para a compressão do tempo presente – com suas polarizações e contextos históricos evidenciados.

Rafael de Souza

Atualmente é pós-doutorando pelo Programa Internacional e Interdisciplinar de Pós-Doutorado (IPP) do Cebrap. Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Teve passagem pelo Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia. Pesquisador do CEBRAP desde 2015. Ministrou aulas sobre análise de redes sociais e construção de bancos de dados no Laboratório de Pesquisa Social – USP e também da Fundação Escola de Sociologia e Política.  Atua na área de sociologia política e de movimentos sociais, com ênfase na relação entre cultura e política na construção social do ativismo e nas mediações organizacionais promovidas pelas redes em que as identidades políticas se formam. Tem experiência na área de análise de redes sociais, análise de eventos e pesquisa qualitativa.

Políticas públicas distributivas e redistributivas, com Priscila Faria Vieira
7 a 28 de julho

Sobre o curso

Esse curso introdutório tem como foco as políticas públicas de natureza distributiva e redistributiva. Vai introduzir o debate teórico (histórico, definições conceituais e exemplos) e discutir efeitos e impactos dessas políticas nas dinâmicas sociais, debatendo, inclusive, o seu papel em contextos de crise e emergência, como o da pandemia de covid-19. O curso propõe também um olhar para o desenvolvimento recente dessas políticas no contexto brasileiro e uma discussão mais aprofundada sobre os programas brasileiros de transferência de renda, como Programa Bolsa Família e o Auxílio Emergencial.

Priscila Faria Vieira

Mestra e doutora em Sociologia pela USP. Pesquisadora e coordenadora de projetos do Núcleo de Desenvolvimento do Cebrap,  também presta consultorias em pesquisa  qualitativa para institutos privados e organizações do terceiro setor. Tem mais de quinze anos de experiência em coordenação, condução e análise de estudos qualitativos – acadêmicos e de mercado-, com destaque para pesquisas etnográficas. Trajetória de estudos sobre políticas públicas, mercado, desigualdades, trabalho, assistência social, pobreza, educação, gênero e envelhecimento. Para o desenvolvimento de seu mestrado e doutorado, usou a etnografia como método privilegiado. É autora do livro “A experiência da procura de trabalho: vivências, significados e interações” (2012), baseado em uma etnografia de situações de procura de trabalho.

Políticas culturais, com Maria Carolina Oliveira, Ana Paula do Val e José Maurício Arruti
4 a 25 de agosto

Sobre o curso

Por que a cultura deve fazer parte da agenda do Estado? De quais culturas estamos falando? Quais os mecanismos para garantir que a atuação estatal não se configure como autoritarismo? Quais são os tópicos emergentes nas políticas culturais dos últimos anos? Neste ciclo de aulas, pretendemos abordar o tema das políticas culturais, passando por sua razão de ser e pelas relações entre cultura e desenvolvimento (encontro 1) e, em seguida, adentrando em agendas específicas que são centrais nas discussões recentes: produção e condições de trabalho nas artes (encontro 2), cidadania cultural e território (encontro 3) e expressões comunitárias e tradicionais, especialmente quilombolas (encontro 4).

Maria Carolina Oliveira

É pesquisadora, professora e realizadora nas áreas de arte e cultura. Mestra e doutora em Sociologia pela FFLCH- USP, atualmente desenvolve pesquisa de pós-doutorado no Instituto de Artes da Unesp. Atua em temas relacionados à cultura, artes, políticas culturais e suas intersecções com o tema do desenvolvimento. É co-coordenadora do cebrap.lab e pesquisadora do Núcleo de Desenvolvimento do Cebrap desde 2005, tendo coordenado projetos como Fortalecendo Redes Culturais, realizado em parceria com o Fundo Internacional da Diversidade Cultural da Unesco. Como docente de ensino superior, já integrou quadro de escolas como o Centro Universitário Senac (nos cursos de pós-graduação Gestão Cultural e Mídias Digitais) e a Escola de Sociologia e Política de São Paulo (pós-graduação Globalização e Cultura), além de colaborar como professora em experiências de extensão, especialização ou educação continuada como as Semanas de Gestão e Política Cultural do Observatório Itaú Cultural, o curso de Gestão Cultural do Sesc, entre outros.

Ana Paula do Val

Gestora cultural, professora, artista e pesquisadora. Doutoranda em Ciências Humanas e Sociais pela UFABC, vem se dedicando ao tema dos mapeamentos culturais por meio de diversos projetos na última década. É mestre em Estudos Culturais pela Universidade de São Paulo, EACH-USP; especialista em políticas públicas para América Latina, CLACSO e em Cultura e Comunicação pela Universidade Paris VIII, França. É graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e em Artes Plásticas pela Schule Belletristik, Alemanha. Integrou o projeto Fortalecendo Redes Culturais do Cebrap, realizado em parceria com o Fundo Internacional para a Diversidade Cultural da Unesco. É pesquisadora e docente do Observatório da Diversidade Cultural (ODC-UEMG-UFBA) do MALOCA – Grupo de Pesquisas Multidisciplinares em Arquitetura e Urbanismos do SUL (UNILA). 

José Mauricio Arruti

Professor Doutor do Dep. de Antropologia da UNICAMP.  Graduado em História pela UFF (1990), mestre (1996) e doutor (2002) em Antropologia Social no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 2018 realizou estágio pós-doutoral (BPE-FAPESP) na Jackson School of International Studies da University of Washington. Seus temas de investigação são: comunidades quilombolas e povos indígenas, em especial sobre políticas de reconhecimento, território, memória e educação, bem como povos indígenas em contextos urbanos.

Políticas de gênero e raça, com Márcia Lima, Flávia Rios e Marta Machado
8 a 29 de setembro

Sobre o curso

O curso visa apresentar uma abordagem introdutória às temáticas de raça, gênero e interseccionalidade e seu impacto no campo das políticas públicas. Como se configuram as desigualdades no Brasil hoje e quais são seus principais marcadores? Como pensar políticas públicas de caráter interseccional? Quais os avanços, retrocessos e grau de institucionalização das políticas públicas voltadas para negros e mulheres hoje? Neste conjunto de aulas, procuraremos abordar primeiramente os conceitos mais centrais para entender as políticas, na sequência apresentaremos três sessões abordando temas específicos que contribuem para elucidar a importância dessa agenda: violência racial e de gênero, políticas afirmativas de acesso ao ensino superior e os impactos da covid-19 na população negra.

Márcia Lima

Doutora em Sociologia pela UFRJ. Atualmente é professora do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). É pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento onde coordena o Afro – Núcleo de Pesquisa e Formação em raça, gênero e justiça racial (Afro-Cebrap). Realizou Pós-Doutorado na University of Columbia (2011-2012) e foi visiting fellow na Universidade de Harvard (2016-2017). Seus temas de investigação são: desigualdades raciais e relações raciais, com ênfase nos temas de gênero e raça, educação, mercado de trabalho, políticas de ações afirmativas.

Flávia Rios

Doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Realizou estágio doutoral como Visiting Student Researcher Collaborator na Universidade de Princeton, com bolsa Sanduíche da FAPESP. Atualmente, é professora adjunta da Universidade Federal Fluminense (UFF) onde coordena o Negra – Núcleo de Estudos Guerreiro Ramos. É pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento vinculada ao Afro- Núcleo de Pesquisa e Formação em raça, gênero e justiça racial (Afro-Cebrap).Tem experiência na área de Sociologia Política e da Cultura, com ênfase nos estudos sobre ação coletiva, teorias interseccionais, relações raciais e de gênero, Ditadura Militar e democracia, educação e políticas de ações afirmativas no ensino superior.

Marta Machado

Doutora em Direito pela Universidade de São Paulo. É professora da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV) onde coordena o Núcleo de Estudos sobre o Crime e a Pena da Direito GV. É pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento vinculada ao Afro- Núcleo de Pesquisa e Formação em raça, gênero e justiça racial (Afro-Cebrap). Dentre suas principais linhas de pesquisa encontram-se os processos de juridificação de demandas sociais e as relacões entre movimentos sociais e direito, nos quais, vem desenvolvendo estudos apli- cados aos campos do racismo e das relações de gênero. Foi pesquisadora visitante de diversas universidades, dentre as quais a Universida- de da Califórnia, Berkeley, e o Instituto Latino Americano da Freie Universität Berlin.

Liberdade de Expressão no Século XXI, com Lucas Petroni e Julio Barroso
6 a 27 de outubro

Sobre o curso

A liberdade de expressão, ou a livre comunicação entre as pessoas, caracterizam um dos elementos fundamentais de uma sociedade democrática. Isso não significa, contudo, que sua trajetória histórica não seja marcada por retrocessos ou novos desafios, nem que seus fundamentos normativos e seus limites conceituais não permaneçam em constante disputa. Tendo como pano de fundo as novas contribuições da teoria política, de um lado, e os impasses atuais no horizonte da liberdade de expressão, de outro, o curso propõe responder três perguntas fundamentais: quais são os fundamentos normativos da liberdade de expressão? Quais são seus limites e contornos conceituais, especialmente em contextos de conflito político e diferenças identitárias? Como o princípio da liberdade de expressão deve ser pensado diante dos novos desafios da comunicação democrática do século XXI?

Lucas Petroni

Filósofo e Cientista Político, é pesquisador do Cebrap e professor no curso de graduação da Escola de Economia de São Paulo (FGV EESP). Trabalha com os temas Ética Contemporânea, Justiça Social, e Justiça Climática.

Julio Barroso

Teórico Político, é professor de Ciência Política na Universidade Federal de São Paulo. Trabalha com teoria política normativa, pesquisando temas como tolerância e liberdades públicas. 

Políticas públicas de mobilidade urbana, com Victor Callil e Daniela Costanzo
3 a 24 de novembro

Sobre o curso

Num contexto em que a gestão pública dos transportes e da mobilidade se torna cada vez mais complexa e desafiadora, e em que o Plano Nacional de Mobilidade Urbana completa 10 anos, este ciclo de encontros pretende trazer reflexões sobre o desenvolvimento e as perspectivas relacionadas a essas agendas. Ao longo da história urbana no Brasil, diversos foram os arranjos institucionais, orçamentários e de desenho de política pública para a mobilidade urbana. Tais arranjos variaram conforme a conjuntura, as regiões do país, o tamanho das cidades, o regime político e até mesmo a disponibilidade de tecnologia. O curso busca trazer este panorama da política pública de mobilidade urbana no Brasil dos séculos XX e XXI, abordando aspectos históricos, institucionais, políticos, econômicos e tecnológicos.

Daniela Costanzo

Doutoranda em Ciência Política pela USP com experiência nas áreas de política urbana, economia e política e desenvolvimento econômico e urbano. É pesquisadora do Cebrap desde 2015, passou por cursos de metodologia no CEM, Cebrap, IPSA-USP e UNESCO. Trabalha com dados quantitativos e qualitativos e Sistemas de Informação Geográfica. É bacharela em Ciências Sociais pela USP e mestra em Ciência Política pela mesma instituição. Fez iniciação científica no Centro de Política e Economia do Setor Público da FGV-SP (CEPESP), foi estagiária do Metrô de São Paulo e atuou como professora do Ensino Médio.

Victor Callil

Mestre em sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Pós-graduado em pesquisa de marketing, mídia e opinião pública pela Fundação Escola de Sociologia e Política (FESP-SP). Possui graduação em Turismo pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). É pesquisador do Núcleo de Desenvolvimento do Cebrap desde 2009 onde participa de pesquisas sobre mobilidade urbana e políticas públicas. Trabalha com o tema da mobilidade urbana desde 2011. Participou da elaboração das Ciclorrotas (2011 e 2012) e do mapeamento do Bike Sampa (2012). Compõe a equipe responsável pela elaboração de indicadores e análise de acompanhamento de sistemas de bicicleta compartilhada em 6 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife (2012 – 2017). Realizou pesquisas quantitativas e qualitativas com ciclistas (2012 – 2015) e com gestores públicos (2016). Desenvolve trabalhos técnicos de contagem (2014, 2014, 2017), além de trabalhos acadêmicos na área (2017/18/19/20). Trabalha com manipulação, análise e georreferenciamento de dados em programas estatísticos e GIS.